Neverball

neverball

Hoje deixo-vos aqui uma sugestão para matarem o tempo naqueles momentos em que não há nada (de melhor) para se fazer, ou simplesmente para fazer uma pausa no trabalho.

O jogo que vos aconselho é o neverball, um jogo simplesmente viciante em que o objectivo é controlar uma pequena bola através de um mapa até ao ponto de saída do mapa, apanhando moedas pelo caminho havendo ainda um tempo limite para terminar o nível. Mas o que torna este jogo diferente e original é que não se controla directamente a bola, mas sim a próprio terreno de jogo, sendo a gravidade a responsável pelo movimento da bola, o que torna o jogo muito mais interessante.

De salientar ainda que o neverball se encontra disponivel para windows, linux e mac osx, é gratuito e é possivel descarregar dezenas de novos mapas, bem como desenhar os proprios mapas.

Servidor Oracle em Mac OS X Leopard

Para a disciplina de Base de Dados somos vá, “encorajados” a instalar o Oracle para o acompanhamento das aulas. Ora bem, eu utilizando o Mac e recusando-me a fazer uma partição para o Windows, andei a procura de uma melhor solução, que passasse por exemplo pela utilização de uma máquina virtual. Pois bem, encontrei aqui a solução. Vai ser utilizada uma versão do Ubuntu virada para servidores, o JeOS (lê-se “Juice”) e o OracleXE.

NOTA: Antes de começar é preciso dizer uma coisa (deixaram isto bem claro, por isso deve ser importante). Para o OracleXE, é preciso pelo menos mais do dobro de memória SWAP do que a memória física que a máquina virtual vai ter disponível (que pode ser cerca de 256 ou 320 MB), por isso tenham esse espaço SWAP em memória quando alocarem espaço para o disco. Por exemplo, se tiverem 256 MB reservados para a RAM da máquina virtual, o OracleXE vai pedir pelo menos 512MB de SWAP.

Vamos lá então por partes:

1 – Instalar o Sistema Operativo

  • Fazer o download da imagem do SO aqui (Aprox. 100MB) (YA! 100! Também achei fantástico.)
  • Abrir o VMware Fusion (vou utilizar aqui a versão 1.1.1), e seleccionar “New” para criar um disco virtual.
  • Escolher o sistema operativo, “Linux” e “Ubuntu”
  • Dar um nome e escolher onde quer guardar a imagem do disco virtual
  • Escolher um tamanho a dar ao disco (não se esquecendo da nota acima)
  • Seleccionar a imagem sacada há bocado e começar a instalar o SO.
  • Durante a instalação, dizer ao SO para não detectar o layout do teclado
  • Na altura da partição, assegurarem-se de reservar o espaço para o disco no início do disco virtual, e deixar o restante para a SWAP
  • Depois disso o sistema deverá instalar normalmente, e vai pedir um username e uma password para o utilizador (o normal, não estou a reinventar a roda)

2 – Preparar o sistema

  • Começar por actualizar o sistema com apt-get update e dist-upgrade
  • Reboot, pois a actualização vai instalar um novo kernel

sudo shutdown -r now

  • Instalar os seguintes pacotes: build-essential, linux-headers-$(uname -r), psmisc e wget
  • Agora é preciso instalar o VMware Tools, para isso:
  • Escolher o menu Virtual Machine > Install VMware Tools
  • O passo anterior vai disponibilizar um CD virtual, que deve ser montado com

sudo mount /media/cdrom0

  • A seguir, copia-se o ficheiro necessário para a instalação para a directoria tmp, descompacta-se o ficheiro e procede-se à instalação

sudo cp -a /media/cdrom0/VMwareTools*.gz /tmp/
cd /tmp/
sudo tar -xzvf VMwareTools*.gz
cd vmware-tools-distrib/
sudo ./vmware-install.pl

Escolhe-se sempre a opção padrão na instalação do VMware Tools.

3 – Instalação do OracleXE

  • Primeiro é preciso adicionar a linha do repositório correspondente ao OracleXE

sudo vi /etc/apt/sources.list

  • Premir “G” (maiúsculo) para ir para o fim do ficheiro e “A” para poder adicionar a seguinte linha:

deb http://oss.oracle.com/debian unstable main non-free

  • Agora é preciso adquirir a chave para o repositório:

wget http://oss.oracle.com/el4/RPM-GPG-KEY-oracle -O- | sudo apt-key add –

  • Fazer update ao sistema e instalar o OracleXE

sudo apt-get update
sudo apt-get install oracle-xe

  • Correr o ficheiro de configuração do programa

sudo /etc/init.d/oracle-xe configure

Deve ser escolhida a porta 8080 para porta web e 1521 para o listener da base de dados. Escolhe-se uma password para a conta SYS e por fim, é escolher “y” para iniciar o servidor automaticamente no startup, e está configurado o servidor!

4 – Conectar-se ao servidor através do Mac

Para isso é preciso ter alguma ferramenta capaz de se conectar a um servidor Oracle, eu vou mostrar como se faz no Oracle SQL Developer.

  • Por baixo da tab “Connections” clicar no botão “New connection”
  • Introduzir os seguintes parâmetros
  1. Connection name: Qualquer um (localdb, p.e.)
  2. Username: SYS (depois podem ser criados mais utilizadores)
  3. Pass: Password definida quando foi corrido o ficheiro de configuração
  4. Hostname: Para isso é preciso aceder à máquina virtual (cuja rede deve estar configurada no modo NAT) e correr o comando ifconfig, copiar o IP e colar neste campo
  5. Port: default (1521)
  6. SID: xe

Se tudo correr bem, temos uma base de dados pronta a funcionar!

Instalar pacotes rpm no ubuntu

Para quem não sabe é possível usar um ficheiro rpm no ubuntu, uma maneira de o fazer é converter o ficheiro rpm para o formato deb que é o usado pelo ubuntu, para isto basta usar o software alien que permite converter entre vários tipos de pacotes, sejam rpm, deb ou até dpkg.

A primeira coisa a fazer é instalar o alien, para isso:
$sudo apt-get update
$sudo apt-get install alien

De seguida converte-se o ficheiro rpm com o comando:

$sudo alien -k ficheiro_rpm.rpm

De seguida é só instalar o pacote:

$sudo dpkg -i ficheiro_deb.deb

English version here.

Como definir a placa de som padrão no Ubuntu

Tendo optado por usar uma placa diferente daquela integrada na motherboard, deparei-me com este pequeno problema, escolher a placa de som utilizada pelo Ubuntu. Assim sendo, nas pesquisas pelo Google deparei-me com o asoundconf, um aplicativo prático que faz precisamente isso.

Para pô-lo a funcionar é muito simples:

  • Instalar o pacote através da linha de comandos:
sudo apt-get install asoundconf-gtk
  • Listar os dispositivos de som:
asoundconf list
  • E por fim seleccionar a placa de som desejada:
asoundconf set-default-card <dispositivo escolhido>

iPod e o Linux

Como utilizador de Linux (no desktop), uma coisa que sempre senti falta foi do conforto oferecido pelo iTunes na gestão do meu iPod. Desde o início que me senti obrigado por falta de alternativas, a quando queria actualizar a minha livraria de músicas no iPod, ou simplesmente a editar alguma coisa lá tinha eu que relutantemente voltar a iniciar o meu PC no windows (shame on me).

Há alguns dias lá resolvi perder 5 minutos do meu tempo e procurar por alguma ferramenta que me deixasse pelo menos introduzir e apagar as musicas do iPod. E foi isso que encontrei no gtkpod, este pequeno pacote oferece uma variada lista de funcionalidades, entre elas adicionar e extrair músicas podcast e vídeos do iPod, visualizar e editar playlists bem como a informação das músicas, entre muito mais. podem ver a lista completa aqui.

Para instalar basta abrir uma consola e digitar: sudo apt-get install gtkpod.

Resta dizer que esta ferramenta não oferece nem de perto as funcionalidades e a eficácia que o iTunes oferece, mas é uma boa opção para quando é necessário actualizar o iPod e não se tem um iTunes por perto 😉

English version here

Utilizando o Pigdin com proxy na UMinho

Respondendo a alguns pedidos (buscas do google que vêm cá ter a procurar por “pidgin proxy uminho”), mostro aqui como ligar-se à rede MSN utilizando o Pigdin na Universidade do Minho.

 

  • Primeiro vá à barra de tarefas no menu Accounts > Manage (ou através do atalho de teclado Ctrl+A), como indicado na imagem:
  • A seguir clica-se na conta desejada e no botão Modify
  • Agora é preciso ir à tab Advanced e mudar os seguintes parâmetros:
  1. Seleccionar a caixa que diz “Use HTTP Method”
  2. Alterar o proxy do Pidgin para SOCKS5 com os seguintes parâmetros:
  • Host: socks.uminho.pt
  • Port: 1080
E se correr tudo bem terá o Pidgin a correr às mil maravilhas na rede wireless da UM.

A Microsoft faz disto?