Google Chrome – Uma revolução nos browsers?

Depois de muita especulação sempre acabou por sair o Chrome, o novo browser criado pelo todo-poderoso Google. Já para começar a apresentação que fizeram do produto (em forma de banda desenhada) ficou extraordinária, focando os principais pontos do programa duma forma bastante clara, e ao mesmo tempo divertida de ler.

Segundo estatísticas fornecidas pelo site Clicky Web Analytics, a quota de utilizadores que utilizam o Chrome (em cerca de 45000 sites diferentes) supera a do “melhor browser do mundo que ninguém usa” – Opera – em quase 1,5%, isso dois dias depois do seu lançamento. É qualquer coisa, não é?

Agora mãos à obra, vamos ao que interessa:

  • O processo de instalação é impecável e bastante rápido, num minuto temos o browser activo e pronto a funcionar.
  • À primeira vista o Chrome tem um aspecto bastante minimalista, o que maximiza (a diferença comparando com o firefox é bastante) o espaço útil para a visualização de páginas, o que é óptimo para monitores pequenos. A ausência da barra de tarefas (substituída pelas tabs) não é sequer notada, contribuindo para a maximização da área de visualização.
  • Em termos de rapidez, nota-se bastante a eficiência que múltiplos processos para múltiplas tabs nos dá, caso algo corra mal com alguma delas mata-se o processo utilizando o gestor de tarefas do Chrome (Shift+Esc). Nada de informação perdida, nada de reiniciar o browser, apenas eliminar a tab bastarda e seguir a nossa vida. O Webkit utilizado como base para o Chrome é muito rápido a abrir as páginas, fiquei bastante satisfeito.
  • A importação de marcadores/favoritos a partir do Firefox é automática (em relação ao IE não sei dizer, não o utilizo de todo), e bastante suave, simplesmente o programa já aparece com todos os nossos dados sem ser preciso um único clique. Fantástico.
  • A página que é aberta sempre que se abre uma tab nova é gerada automaticamente a partir das nossas 9 páginas mais visitadas, o que dá bastante jeito na maior parte dos casos. (nós iríamos visitar um daqueles sites na mesma, não é verdade?)
  • Apesar de terem sido reportadas algumas falhas na reprodução de conteúdo flash/java não notei nada do gênero, correndo tudo às mil maravilhas (não foi preciso sequer a instalação de qualquer plugin).
E para já penso ser só isso, apesar do browser possuir mais funcionalidades (consola de JavaScript por exemplo), explorei mais aquelas que são utilizadas pelo utilizador comum, a massa que acaba por ser o público-alvo deste tipo de produtos.
Apesar de ser um programa ainda em fase beta parece-me já ter saído ao público bastante maduro, vale a pena continuar a acompanhar o projecto, possui bastante potencial.
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Sincronizar Google Calendar com iCal

Sabiam que o ícone do iCal por defeito mostra a data 17 de Julho porque é o dia em que foi apresentado ao público na Macworld 2002? Pois é, não tem (quase) nada a ver com o post, mas é interessante saber essas coisas! Para sincronizarem a vossa conta do Google Calendar com o iCal é bastante fácil. Tudo o que é preciso é ir buscar os links ical dos vossos calendários, e adicionar no programa. Os passos são os seguintes:

  • A seguir para cada um dos calendários é preciso:
  • Ir a “Gerir malendários” ou “Manage calendars”

  • Depois é preciso clicar no calendário correspondente para abrir as opções

  • E seleccionar o link ical

  • Por fim, é preciso copiar o link dado

  • E adicionar o link no programa. Para isso, é preciso ir à barra de tarefas no menu “Calendário”/”Calendar” > “Assinar”/”Subscribe”, e colar o link anterior.

E Já está! 😀